segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Bicicletas elétricas são nova tendência nos EUA

Você já imaginou como seria ter Lance Armstrong pedalando sua bicicleta por você? Bem, agora você pode descobrir, até certo ponto. Cerca de 15 empresas oferecem bicicletas com uma opção de motor elétrico -e não motonetas acionadas puramente por um motor-, com preços entre US$ 1 mil e US$ 4 mil, e elas estão começando a ganhar popularidade entre alguns usuários urbanos mais ecológicos.

As mais recentes bicicletas elétricas da Giant, EcoBike, Currie Technologies e Ultra Motor, entre outras, conseguem produzir cerca de 500 watts de potência com um simples movimento de pulso ou virada de pedal. Essa é mais ou menos a energia que Armstrong conseguia gerar em suas provas mais curtas, no auge de sua carreira.
O resultado é que o usuário percorre as ruas ou sobe colinas veloz e silenciosamente, ultrapassando quase todos os demais ciclistas. Um dos modelos de maior sucesso nesse mercado emergente é a A2B, fabricada pela Ultra Motor, de Londres.
"Algumas pessoas compram a bicicleta para seus trajetos diários na cidade, e outras como substituto para os trajetos mais curtos que costumavam fazer de carro", disse Paul Vlahos, vice-presidente de vendas na divisão norte-americana da Ultra Motor.
A Ultra Motor vendeu "mais de mil" de suas bicicletas elétricas nos Estados Unidos desde o lançamento do modelo A2B, em setembro do ano passado, disse Vlahos. A Green Car Company, de Bellevue, Washington, que fica perto da sede da Microsoft e da cidade de Seattle, uma das mecas do ciclismo, diz ter vendido 40 unidades do modelo nas últimas semanas, e que está à espera de um novo embarque.
Ao preço de US$ 2,7mil, a A2B não é barata, mas é comparável a uma bicicleta de corrida de alta tecnologia e mais barata que um scooter convencional. O modelo é vendido por algumas lojas independentes de bicicletas, concessionárias de scooters, lojas especializadas em veículos elétricos e, durante um período curto de teste, por cerca de 20 lojas da rede de varejo Best Buy no oeste dos Estados Unidos.
A máquina, tecnicamente conhecida como "veículo elétrico leve", se qualifica como bicicleta sob as normas de transporte dos Estados Unidos, e por isso não é preciso habilitação para operá-la, e ela pode ser usada em todo lugar em que bicicletas sejam permitidas. A A2B não é a mesma coisa que uma motoneta, que em geral tem motor a gasolina e pedais apenas para uso em emergência.
Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

Celulares "movidos a Google" invadem o mercado

Na última semana, HTC e Samsung anunciaram o lançamento de celulares com sistema operacional Android no mercado brasileiro. Mas isso é apenas o começo, já que Motorola e Huawei também preparam seus aparelhos para chegar às lojas até o Natal.
A promessa dos fabricantes ao falar de Android é manter a vida do usuário sempre conectada. Os aparelhos contam com widgets e aplicativos que trazem as principais redes sociais (Twitter, Facebook, MySpace) para a tela principal do celular. Uma característica comum aos aparelhos já existentes no mercado com Android é a tela sensível ao toque, capaz de realizar ações multitoque (como dar zoom em uma página da web ou uma foto ao mover dois dedos, por exemplo).
¿Um
smartphone hoje precisa ter uma tela de alta resolução, navegador HTML completo, conectividade em qualquer lugar, boa qualidade nas ligações e oferecer um sistema operacional capaz de realizar múltiplas tarefas simultaneamente¿, diz Sanjay Jha, CEO da unidade de celulares da Motorola. Determinados modelos vêm com teclado QWERTY integrado.
Câmera digital, filmadora, Wi-Fi, Bluetooth e GPS costumam ser recursos comuns aos aparelhos com Android, que ainda reproduzem vídeos e músicas em MP3 e navegam na internet com um browser similar ao do PC, incluindo acesso a páginas com animações em Flash. Além disso, dão acesso rápido a serviços do
Google, como e-mail e mapas, e à loja Android Market, que vende aplicativos para o celular.
O primeiro celular com Android a ser lançado foi o G1, da HTC, que nunca chegou ao mercado brasileiro. Lançado em setembro de 2008 nos Estados Unidos, trazia o teclado integrado e um design diferente (com uma espécie de ¿queixo¿ em uma das extremidades) e foi o pioneiro entre os ¿Google phones¿.
Mas o próprio Google já disse que não pretende fabricar seus aparelhos e, apesar de ter criado o Android e incentivado o desenvolvimento do sistema, o Google é apenas mais um participante da Open Handset Alliance (OHA). Hoje, o Android é feito sob resoponsabilidade da OHA, entidade que reúne operadoras, fabricantes de celular e fornecedores de serviços. O Android, baseado no Linux, foi criado e é distribuído sob uma licença de código aberto.
Um ano depois do lançamento quase que exclusivo nos Estados Unidos, o Android começa a dar seus primeiros passos por aqui. Ainda em setembro, a Samsung coloca nas lojas seu smartphone Galaxy, modelo sem teclado, por um preço sugerido de R$ 1.799 (em um plano pré-pago). Esse modelo será vendido inicialmente pela Tim.
Em outubro, a HTC lança seu Magic, aparelho que não tem preço nem operadora definidos ainda. Apesar de ter outros modelos à venda nos EUA e na Europa ¿ entre eles o G1, o Hero e o Tattoo, nenhum com previsão de lançamento local -, o Magic chega ao Brasil com um recurso a mais: virá com a interface Sense, desenvolvida pela fabricante para o Hero, e que permite personalizar ao máximo as sete telas (uma central, três para a direita, três para a esquerda) do celular.
O final do ano reserva mais surpresas no mundo do Android ¿made in Brazil¿. A Motorola, que anunciou no início de setembro o lançamento do celular MotoDext, disse que lança o aparelho no ¿último trimestre¿ pela Claro no Brasil (e América Móvil no resto da região).
O Dext virá com o serviço MotoBlur, que integra redes sociais e serviços online ao aparelho, mas não está definido ainda um modelo de cobrançå para o MotoBlur. E a Huawei, que apresentou o modelo Pulse na Europa também no começo de setembro, também promete lançar seu smartphone com Android no País até o período de compras para o final do ano.
A LG também mostrou um modelo com teclado, o GW620, que sai na Europa no fim do ano, sem previsão para lançamento no Brasil ainda.
No Brasil, o Android Market está restrito, em um primeiro momento, a aplicativos gratuitos. Segundo o Google, a responsabilidade de venda de aplicativos pagos e da negociação com operadoras sobre a cobrança deles (direto na conta do celular ou via cartão de crédito) fica por conta da Open Handset Alliance, que não tem representante local.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Rápida, Canon IP1800 tem ótimo acabamento por R$ 160

Para quem pensa que beleza é fundamental, e não necessita mais do que um equipamento que imprima com competência, talvez a Canon IP1800 seja a opção ideal. Pelo menos quando comparada com a HP DeskJet 1560 e com as multifuncionais Epson Stylus TX105 e Lexmark X2690.
O modelo preto tem acabamento reluzente em black piano, o que, além de muito bom gosto, faz com que ela combine com outros eletrônicos de escritório, como monitores e gabinetes. Passando pelo apelo estético, a Canon também agrada por ser um modelo silencioso e rápido - na impressão, emite 43 dbA, sendo mais "quieta" do que a HP e a Lexmark e perdendo - em tese - por 1 imperceptível dbA para a Lexmark (que imprime, segundo dados da fabricante não correspondidos na prática, a 42 dbA). No quesito velocidade, faz até 20 páginas por minuto em preto e branco, enquanto a impressora da HP chega a 16, com muito esforço.
A impressora também é fácil de operar. Basta conectar o cabo USB ao computador e realizar as rotinas de instalação (basicamente clicar em "OK") e a Canon está pronta para ser usada. Outro detalhe que agradou durante os testes foi a função "picturebridge", que permite que equipamentos como celulares ou câmeras fotográficas se conectem diretamente a ela e imprima, por exemplo, fotos rapidamente.
Por falar em fotos, eis um dos pontos negativos do modelo. Durante a avaliação, o modelo imprimiu fotos muito granuladas - nesse quesito, o modelo ficou atrás de todas as outras multifuncionais e impressora avaliadas. Embora a resolução dela, em tese, se equivalha às concorrentes, com 4800x1200 dpi, na prática foi a que se saiu pior. Outro ponto negativo é que o cartucho do modelo foi o que mais gastou tinta durante as avaliações, sendo que as mesmas impressões foram realizadas em todas as máquinas.

Pontos positivos:
Excelente acabamento, belo design, esperta e rápida
Pontos negativos:
Baixa qualidade na impressão de fotos; cartucho "seca" rapidamente

Barata, HP DeskJet 1560 imprime bem, mas faz barulho

Mais barata entre as impressoras avaliadas, a HP DeskJet 1560 se destaca pela facilidade de uso e simplicidade de instalação. O modelo, embora no geral seja inferior à Canon IP1800 e a opção ideal. Pelo menos quando comparada com a HP DeskJet 1560 e com as multifuncionais Epson Stylus TX105 e Lexmark X2690, pode seduzir consumidores de olho no preço: o modelo pode ser encontrado por a partir de R$ 140 (durante a apuração da reportagem, em promoções de comparadores de preço, foi possível encontrar o modelo por R$ 110).
Outro ponto que torna a HP DeskJet 1560 "cumpridora" é o resultado de seus impressos. Fotos, textos, desenhos, sejam eles em preto e branco ou colorido, tem excelente qualidade, sem apresentar granulações, como ocorre por exemplo com a Canon. Durante a avaliação, o modelo também se mostrou bastante econômico - foi o que menos gastou tinta nas impressões.
Entre os pontos negativos, que devem afugentar a clientela que pretenda investir um pouco mais em um eletrônico, está a barulheira que o modelo faz quando imprime. Com 61 dbA de altura, a máquina ganha até mesmo da multifuncional da Lexmark, segunda mais ruidosa, que tem 50 dbA. A diferença entre a HP e a Canon, a mais silenciosa entre as avaliadas, é de quase 20 dbA (esta última tem 43 dbA).
Outro problema verificado é a velocidade da máquina. Bastante lenta, com baixa capacidade de impressão por minuto (18 páginas em preto e branco, contra 26 da Lexmark), ela foi a retardatária entre as avaliadas. Por fim, trata-se de um modelo espartano que deve agradar a quem está pensando mais no bolso e em boas impressões, não importando o barulho que façam, o tempo que levem.
fonte: http://tecnologia.uol.com.br

Pontos positivos:
Mais barata entre as avaliadas; fácil de usar; boa qualidade nas cópias
Pontos negativos:
Mais barulhenta e mais lenta entre as avaliadas

Fácil de manusear, Epson Stylus TX105 tem como trunfo velocidade da impressão

A multifuncional Epson Stylus TX105 pode ser considerada o modelo que menos deixa a desejar e também o que menos impressiona, entre as avaliadas Canon IP1800, HP DeskJet 1560 e Lexmark X2690. Trata-se de um perfeito meio termo no mundo das impressoras e de multifuncionais, já que não é cara (pode ser encontrada por 260), tem boa velocidade e qualidade de impressão e conta com recursos de cópia e escaneamento facilitados.
Entre os pontos que chamaram a atenção durante os testes, está a facilidade em operar o modelo. Praticamente, basta conectar a multifuncional ao computador e começar a imprimir. Trabalhar com o equipamento é tarefa tão intuitiva que dispensa o manual. Até mesmo trocar os cartuchos é tarefa simplificada para pessoas quase sem conhecimento em informática - basta abri-la e alterar a tinta, sem mais delongas.
A velocidade de impressão impressiona - em preto e branco, são 26 páginas por minuto (contra decepcionantes 14 ppm em cores). A qualidade do que é impresso não deixa a desejar: mesmo em fotos, as imagens saem com boa nitidez, sem granulações. Também é uma impressora econômica - os cartuchos compatíveis, principalmente o cartucho preto modelo 117, estão entre os mais baratos do mercado e, sem dúvida, são os mais em conta entre as impressoras e multifuncionais avaliadas.
Entretanto, para que tudo isso ocorra, aparece o maior problema da máquina: o barulho. Embora, segundo o fabricante, ela emita 42 dbA quando operando, na prática, o modelo se mostrou o mais barulhento entre os avaliados. Realizando impressões ou cópias, a multifuncional "estala" bastante.
fonte: http://tecnologia.uol.com.br

Pontos positivos:
Fácil de operar e usar, rápida nas impressões
Pontos negativos:
Muito barulhenta

Cara, Lexmark X2690 destaca-se na impressão de fotos e em recursos multifuncionais

A multifuncional Lexmark X2690 foi o modelo que melhor apresentou qualidade na impressão e trabalho com imagens. Canon IP1800, HP DeskJet 1560 e Epson Stylus TX105 apresentaram impressões de imagens ou fotos com boa qualidade, mas a Lexmark conseguiu imagens com mais nitidez, sem qualquer vestígio de granulação.
Outro ponto positivo do modelo é que ele é acompanhado de softwares para edição de imagens, que são completos, fáceis de usar e bastante úteis. Por não serem multifuncionais, as impressoras Canon e HP não carecem tanto de programas do tipo, mas os que acompanham a Lexmark dão um banho nos da Epson. Como destaque, há o Imaging Studio, que edita fotos com simples cliques - ele consegue, por exemplo, eliminar olhos vermelhos em fotos. Há ainda um software de reconhecimento ótico de caracteres (OCR), que permite a fácil digitalização e edição de documentos.
Quanto aos pontos negativos da Lexmark, além de ser a mais cara entre as avaliadas - custa, em média, R$ 280 - e ser, de longe, o modelo mais feio entre os avaliados, trata-se de uma máquina relativamente lenta para uma multifuncional. A tarefa de tirar cópias ou escanear algum documento é realizada de forma extremamente morosa - em testes empíricos e, portanto, sem valor científico, ela realizou os procedimentos em cerca de 1/3 de tempo a mais do que a multifuncional Epson.
Na tarefa de impressão, embora as imagens tenham sido as melhores, a Lexmark também se mostrou devagar, não importando a resolução com que tivesse sido formatada. Por fim, é importante mencionar que o design também não é o forte do modelo. Embora compacta e quadrada, a multifuncional tem o design burocraticamente feio.
fonte: http://tecnologia.uol.com.br

Pontos positivos:
Melhor qualidade na impressão, conta com excelente pacote de softwares
Pontos negativos:
Design feio; equipamento lento; mais cara entre as avaliadas

segunda-feira, 27 de julho de 2009


O site HTML to PDF Converter permite que os internautas convertam páginas da web para arquivos PDF em apenas um clique.
A ferramenta é simples, mas permite que o usuário guarde os arquivos inteiros para imprimir, ler no computador ou colocá-los em um leitor de e-books.
Basta copiar o endereço desejado, inseri-lo no campo “Input URL” e clicar no botão “Make PDF”. Quando o sistema acabar de processar o pedido, ele retorna uma janela de download para salvar o resultado na máquina.
O
HTML to PDF oferece mais duas opções para fazer a conversão. Uma delas é exclusiva para webmasters que podem copiar um código HTML e inseri-lo diretamente no template de seu website ou em páginas dinâmicas de notícias. Ele gera um botão que permite ao usuário salvar o documento no novo formato.
A outra opção foi criada para usuários, que devem arrastar um link especial para a barra de favoritos. Ao clicar no novo item, a página atual do navegador será transformada em um PDF.